Aprovados em processo seletivo, mas sem contratos, com salários atrasados e sumetidos a uma carga horária superior a proposta inicialmente pela instituição, professores do Centro de Estudos Superiores de Tefé da Universidade do Estado do Amazonas(UEA), redigiram um manifesto no qual denunciam a quebra de compromisso da universidade com o corpo docente e dizem que são submetidos a um regime de escravidão.
Os professores afirmam ainda que não têm como manter a passividade “diante da situação em que nos encontramos, visto que estamos amparados por uma aprovação em processo seletivo que nos garante, por lei, o direito de trabalharmos e recebermos. Nosso único objetivo com esta carta é a regularização imediata de nossos contratos e a liberação dos nossos pagamentos.”
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