Usuários do Computador para Todos trocam Linux por Windows
Gostou do artigo?
A Fundação de Amparo àPesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) será o órgão fomentador dessas ações, trabalhando como agente de interação entre as instituições de ensino e pesquisa e as empresas privadas.
“Essa nova legislação é um grande passo que o Amazonas dá no sentido do crescimento cientÃÂfico e industrial. Os setores acadêmico e produtivo trabalharão juntos, aumentando a capacidade de criação e produção no Estadoâ€Â, disse Odenildo Sena, diretor-presidente da Fapeam. “A interação e a cooperação entre o pesquisador e o empresário aumentarão, e isso trará bons resultados para a sociedade.â€Â
“Na maioria dos paÃÂses desenvolvidos, os maiores geradores de inovação e patentes são as indústrias e não as universidades. No Brasil, é diferente. As universidades ainda são os maiores celeiros de patentes. A Lei de Inovação vem no sentido de modificar esse panorama no Amazonasâ€Â, disse Elisabete Brocki, diretora técnico-cientÃÂfica da Fapeam.
Outro ponto positivo levantado por Elisabete Brocki é a quebra de dois tabus: a união entre pesquisadores e empresas e o financiamento público de pesquisas privadas. “Antes não se concebia essa aliança, até porque havia amarras legais. Com essa união, permitida agora pela Lei de Inovação, os resultados econômicos dos produtos oriundos da inovação tecnológica poderão ser revertidos para as instituições de ensino e pesquisa e para os pesquisadores. Esse fator será outro ponto positivo que vai incentivar a maior participação dos pesquisadores nos arranjos com as indústriasâ€Â.
Fonte: http://www.estadao.com.br/tecnologia/noticias/2006/nov/23/66.htm